Sistema de Identificação Única
O
Serviço de Registro Genealógico da ABCCMM alerta aos criadores para que não
utilizem a marca do Sistema de Identificação Única (SIU) antes de receberem a
comunicação oficial da ABCCMM conforme já vem acontecendo. Somente após a
documentação passar pelo processo de identificação, comparação e análise de
cada marca no S.R.G. é que a combinação de letras será enviada aos associados.
Portanto, os criadores não devem marcar seus animais baseados apenas em
consulta feita na primeira fase do processo de implantação, porque ela pode
mudar. Deve-se aguardar a resposta final da entidade.
Diferenças entre as marcas
Outra
situação que vem ocorrendo, é que alguns criadores estão fazendo a maior
confusão entre a marca utilizada em seu haras e a do SIU. Correspondências e
e-mails têm chegado à Associação neste sentido tendo, inclusive, alguns
criadores confeccionado indevidamente o ferro para marcar seus animais.
É bom esclarecer que a marca do haras, que
pode ser feita por letras ou símbolos, não necessariamente será igual à do SIU,
identificada exclusivamente por letras.
A
título de esclarecimento, vejamos alguns exemplos: imagine que a marca de um
haras seja representada por duas letras CC, a marca do SIU poderá ser CACA; ou
então que ela seja estilizada com um trevo §, a marca do SIU poderá ser TREV; ou ainda que a
logomarca do haras seja composta por símbolo e letras, como beta, a marca do SIU poderá ser BETA.
Na
dúvida, o melhor que o associado faz é ligar para o Pronto Atendimento da
ABCCMM ou encaminhar e-mail para o srg@abccmm.org.br.
Onde utilizar as letras?
A
combinação de letras será aplicada sempre no braço esquerdo (paleta) e a de
número de ordem na perna esquerda (posterior), ambas nas dimensões de 0,04 cm
de altura por 0,03 cm de largura. Só serão aceitas marcações com letras de
fôrma e nunca letras e números estilizados.
Como
as marcas passarão a ser instrumentos indispensáveis para identificar o animal,
após a desmama nenhum produto poderá ser apresentado oficialmente sem as
mesmas. Se o criador optar pela implantação da tecnologia de microchips terá
que enviar carta à Associação, oficializando sua decisão.
Atenção ao digitar datas e nomes
Como
as comunicações de cobertura e nascimento acontecem com maior intensidade neste
período do ano, todo cuidado é pouco na hora de preencher e digitar dados tais
como data e ano. Erros é que não faltam como o que ocorreu outro dia com um
animal, que “nasceu” em 15 de maio de 1967, sendo a resenha do técnico datada
em 15 de maio de 2005. Ou, então, o envio de comunicação de cobertura com
determinado garanhão e comunicação de nascimento com o nome de outro, o que
ocasiona mudança de paternidade e conseqüentemente a exigência de exame de DNA.
Em
que pese o associado sempre colocar a culpa na secretária ou no peão, o fato é
que tais erros geram pendências, atrasos e gastos desnecessários para ele
próprio, que reclama, mas sem razão!
Aproveite a visita do seu técnico!
Sempre
que puder, o criador deve aproveitar a visita do técnico para coletar material
para exame de DNA de todos os animais em reprodução. Há casos recentes de haras
e fazendas que não coletaram material, mesmo tendo recebido a visita do técnico
três ou quatro vezes. Quando acontece de o animal falecer nesses casos, o
proprietário tem que arcar desnecessariamente com o pagamento de R$ 2 mil para
exame de DNA com osso.
Na dúvida, colete material!
Mesmo
que o criador não queira mais que sua égua seja doadora, a orientação do S.R.G.
é que ele mande o técnico coletar material para DNA, pois se no futuro ele
precisar resolver alguma pendência de algum produto da mãe, o material de DNA
dela já estará arquivado.
Você sabia
que no sistema de dados da ABCCMM estão cadastrados 17.254 reprodutores no
Registro Definitivo?
Notícias da ENA
Departamento de Árbitros
O
técnico Henrique de Melo Machado foi nomeado nesta terça-feira, 24 de janeiro,
coordenador do Departamento de Árbitros da ABCCMM, órgão responsável pela
regulamentação, direção e fiscalização de toda a área de atividades do Quadro
de Árbitros e de julgamentos do Cavalo Mangalarga Marchador.
Cornélio
Junqueira Maciel continua superintendente do S.R.G. e diretor executivo da
Escola Nacional de Árbitros.
Apresentação em pista
Os
árbitros da ABCCMM estão orientados a cumprir com rigor o que diz o Regulamento
Geral para Exposições Oficializadas durante os julgamentos em pista. Excesso de
velocidade, uso abusivo de chicote e animais sendo conduzidos pela base do
cabresto são itens que serão penalizados. Quem esteve presente à XVII Fenagro
2005/2006 já pôde constatar uma cobrança maior neste sentido.
Para
o julgamento de marcha, o Artigo 14 do Regulamento diz que os animais com até
36 meses deverão ser apresentados ao cabresto no seu andamento marchado
natural, não se admitindo que o seu condutor imprima velocidade que modifique
os movimentos naturais da sua dinâmica. Durante o julgamento, somente será permitido
o aquecimento do próximo animal a ser apresentado, a passo e em círculo. Serão
desclassificados pelo árbitro os animais submetidos ao uso abusivo de chicote.
Os
animais não poderão ser conduzidos pela base do cabresto, que deverá ficar com
uma ligeira folga, permitindo que eles desenvolvam com naturalidade o seu
andamento, descreve o Artigo 15. Para o diretor da Escola Nacional de Árbitros
(ENA), Cornélio Junqueira Maciel, “o ideal é que os animais puxados, ao serem
apresentados em pista, tenham folga de cabresto entre 20 a 25 cm”.
Palestras didáticas
A
Diretoria da ABCCMM solicitou aos técnicos e árbitros durante o primeiro
encontro realizado em novembro passado, que procurem ministrar informações e orientações
aos criadores quando estiverem atuando nas exposições, para que possa haver uma
maior divulgação do padrão racial e uniformização dos procedimentos em pista.
A
primeira experiência bem-sucedida neste sentido aconteceu durante a XVII Feira
Nacional da Agropecuária 2005/2006 (Fenagro), ocorrida entre sete e 15 de
janeiro, em Salvador (BA), quando o árbitro Roberto Alves Ribas, que julgou
Morfologia, fez palestra no dia 11 de janeiro e falou sobre padrão racial,
velocidade dos animais em pista e normas gerais do regulamento. O evento, na
sua opinião, cumpriu seu objetivo e teve um excelente aproveitamento, atraindo
o interesse de muitos criadores e peões, que fizeram perguntas e puderam sanar
dúvidas. Durante a XVII Fenagro foram julgados mais de 250 animais, um outro
dado muito significativo citado pelo árbitro, uma vez que esta foi a primeira
mostra do ano.
As
organizadoras de eventos, núcleos e clubes de cavalos interessados em promover
palestras com árbitros e técnicos durante as exposições e copas de marcha, como
a que ocorreu na Fenagro, devem entrar em contato com o Setor de Eventos da
Associação e agendá-las de acordo com a escalação do árbitro ou técnico mais
disponível. A próxima palestra técnica aberta aos criadores ocorrerá em Gravatá
(PE), em 11 de fevereiro, durante a Copa de Marcha da ACCMM/PE.
Escalação de árbitros 2006
JANEIRO
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EXPOSIÇÃO
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CIDADE
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ÁRBITROS
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XVII
FENAGRO/2005
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MORF.
ROBERTO ALVES RIBAS
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SALVADOR/BA
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AND.
MÁRCIO MEIRELLES LEITE
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07 A 15 DE JANEIRO
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VII COPA DE MARCHA DO SUL DE MINAS DO
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MADRE DE DEUS DE MINAS/MG
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AND. TIAGO DE RESENDE GARCIA
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DO C.
MANGALARGA MARCHADOR (I ETAPA)
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21 DE JANEIRO
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FEVEREIRO
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EXPOSIÇÃO
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CIDADE
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ÁRBITROS
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XVI
EXPÔ-VERÃO DO CAVALO
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ITAPEMIRIM/ES
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MORF.
CARLOS AUGUSTO C. SACCHI
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MANGALARGA
MARCHADOR
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AND.
MARCUS ANTÔNIO PESSANHA BARRETO
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01 A 05 DE FEVEREIRO
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VII
COPA DE MARCHA DO SUL DE MINAS DO C.
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CARMO DE MINAS/MG
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AND.
MURILO SÉRGIO GOMES TORRES
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MANGALARGA
MARCHADOR (II ETAPA)
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04 DE FEVEREIRO
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COPA DE MARCHA DA ACCMM/PE ( I
ETAPA DE
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AND. ROBERTO
ALVES RIBAS
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MARCHA BATIDA/ I ETAPA DE MARCHA
PICADA
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GRAVATÁ/PE
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11 DE FEVEREIRO
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XVI
EXPOSIÇÃO ESPECIALIZADA DO CAVALO
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ARARUAMA/RJ
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MORF.
ROBERTO COELHO NAVES
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MANGALARGA
MARCHADOR
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AND. EMÍLIO RENATO SILVA
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15 A 19 DE FEVEREIRO
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IV COPA
DE MARCHA - NÚCLEO MARCHAVALE
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GUARATINGUETÁ/SP
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AND. AUGUSTO
CANÇADO E SALLES
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( II
ETAPA)
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11 DE FEVEREIRO
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VII
COPA DE MARCHA DO SUL DE MINAS DO C.
|
ITANHANDU/MG
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AND. ROGÉRIO FIGUEIREDO CARVALHO
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MANGALARGA
MARCHADOR (III ETAPA)
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18 DE FEVEREIRO
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I COPA
CENTRO-OESTE DE MARCHA
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BRASÍLIA/DF
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AND.
MAURÍCIO ARAÚJO RIBEIRO
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( I
ETAPA)
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18 DE FEVEREIRO
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